Acontece sempre

*Se há duas ou mais formas de fazer alguma coisa e uma das formas resultar em catástrofe, então alguém a fará.
*Acontecimentos infelizes sempre ocorrem em série.

*Toda solução cria novos problemas.

A minha preferida, dentre todas as Lei de Murphy: Dois monólogos não fazem um diálogo. Eu, Smurfete, estava lembrando que precisava esquecer um pouco a dor para sentir outra sensação. Pensei em caos para a física e matemática dos meus sentimentos, em prática, com ação em determinado resultado que é necessário para minha teoria sobre o assunto, e ação de inúmeros elementos, aleatoriamente. Quando você não consegue mais controlar o que está sentindo e começa a querer controlar o que o outro sente. É confuso? Nada.

Vamos lá, tentar explicar de forma hipotética, com a ajuda do Google e mais ainda da minha mente sã e confiável, os estados instáveis do caos, deixando claro que é mais teoria, mesmo sendo ao acaso. Quer mergulhar comigo para tentar entender o universo do outro e dar uma melhorada na sua capacitação, mesmo que teórica, em assuntos fractais?

É odiosa a revolucionária maneira com que aquele amigo por quem você sente tanto carinho, de repente, em nova linguagem, te elogia. Que impotência! Fica acuada, sem saber se calça as sapatilhas e dá um chute ou se finge desconhecer a sedimentar cantada imprópria.

Outra sutileza do caos é seu coração, estraçalhado, precisando urgentemente do Isaac Newton para regular o previsível em sustentação ou, pelo menos, dar-te um beijinho, enquanto o algoz Gargamel, em seu sádico trejeito cruel, que arrebentou seu peito, vem matematicamente cheio de noção dizer que é ele quem está sofrendo com sua dor, que já passou, já foi, chega de repetições e, vamos para cama. Em efeito, feito borboleta, você sai do casulo, ordena o acontecido, forma gráficos, sabota as invariáveis e vai. Um caos.

É caos para tudo que é lado! Você tem mesmo idéia ou só supõe o caos que está a sua vida? E a minha? Debruce na janela (não é o que está pensando! Não se mate. Seria uma prática, mas fiquemos na toria dela somente, por favor) ou ande no centro da cidade e observará o que nomes importantes da ciência, físicos conceituados e extraordinários matemáticos, tentam há tempos explicar: o movimento. Que gera a turbulência e desencandeia caóticas práticas do caos.

Oscilante, você (não eu) se pega então pensando que lá vem o Natal, tenta dissipar os pensamentos, mas não se livra em somar os gastos, remoer outro gráfico, com dívidas homéricas, carnê de IPTU que ainda nem chegou. Ai! Por que não nascemos todos Mandelbrot e assim, entendendo a geometria euclidiana, poderíamos ter a chave para a chance das coisas? Extensão do limite do cartão de crédito, profundidade em conhecimento de causa, espessura na vontade ou no chocolate e a idéia de dimensão do Mandelbrot, que procura essas tais dimensões cada vez maiores para medidas cada vez menores. Um gênio! Ele deveria ter largado a teoria do caos e ter sido endocrinologista.

Li que, para a imaginação, Gleick disse que um fractal é uma maneira de ver o infinito, fala que é como olhar-se em dois espelhos. Um caos! Você (não eu) mal consegue fitar-se no espelho pequeno do banheiro, sua raiva já ultrapassa os limites do buraco negro, sua física transformou-se na falta do físico, geometria então, lembra a bola que você está virando ou o quadrado Gargamel e seu cruel padrão dentro de outro padrão que não o seu. Cruzes!

Sai metereologia, sai dinâmica do tempo e espaço, sai população de insetos, sai doenças cardíacas. Sai Google, que esse corpinho não te pertence. Sai prática de caos e pouca dó.

Conclusão: para teoria do caos, em prática, sonoterapia. Temos que nos proteger das intempéries.

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